Seja otimista!

Como ser feliz mantendo o olhar frio e o sorriso escondido? Como ser feliz, e se revoltar e se queixar? É como sair às compras sem dinheiro ou ir pescar sem anzol. Reconheça ser preciso jogar para longe o que for tristeza, desamor, e o espírito de levar vantagem, e colocar no lugar deles o prazer de viver em paz. Para se ter a felicidade é importante deseja-la por inteiro, robusta e quente, sob forte esperança no amanhã, porque, se deseja-la fraca, ela por si mesma se inutiliza desde o principio. A mente não é feita somente para atrair dinheiro ou bens materiais. A mente também faz isso. Mas sua maior finalidade é a criação dos valores morais e da paz, de tal modo que chegam a se refletir na face e atrai simpatias e benefícios. Se você tem hábitos enraizados, se você tem comportamentos de longa data, pensamentos que se repetem e se sente insatisfeito(a)...disponha-se a mudar. Não fique repetindo o passado, parado no tempo, inerte. Faça alguma coisa, construa um mundo novo, limpo e arejado. Você tem capacidade para isso. Acredite em um futuro brilhante. Você pode ser feliz tanto quanto, ou o quanto mais quiser ser feliz. Faça um autoexame do que você é, do que você pensa, em como vem se tratando e em como trata as pessoas e o planeta. Medite sobre a sua realidade, sobre o que tem feito com seu tempo e de como tem se relacionado si mesmo(a) e com os outros. E a partir disto, vislumbre e desenhe um novo futuro. Se você der o máximo de si na edificação de um futuro melhor, com esperança, fé em si mesmo e fé em um Poder Superior já terá começado a mudar seu quadro atual e a começar a se sobrepor como criatura bem sucedida. Confia em seu deus interior. Jesus disse: “Vós sois deuses, e como deuses podem fazer o que eu faço e muito mais se tiverem, fé!” A melhor confiança, a melhor defesa é a fé em seu deus interior. Aceite as quedas e perdas da vida. Cair e perder faz parte de nossa caminhada. Mas quando cair ou perder levante-se e caminhe ainda que sentindo dores. Não existem méritos em ficar deitado para evitar-se cair. Mas levantar-se todas as vezes que se cai. Somente assim aprenderemos algo. Acredite também em seu pais. Grandes homens e mulheres sempre acreditaram em suas nações. Diante disto quando partiram para a pátria espiritual, deixaram com seus feitos e ideias o planeta um pouco melhor. Não se aceite atolado em falhas ou em “pecados". Deus que é fonte de tudo e de todos não enxerga nossos erros, mas a força que fazemos para conserta-los. Diante disto, acredite em Deus. Muitas doutrinas religiosas afirmam que o Pai Celestial, é o Deus do impossível. Diante disto quando cair ou desiludir-se com as pessoas, segure nas mãos Dele. Pois se Deus realiza coisas impossíveis, com certeza ele é capaz de fazer o impossível acontecer em sua vida. Acenda o fogo do otimismo. Explore o seu poder de luta e terá um grande futuro. Lembre-se: O fogo de um palito ou um incêndio em uma floresta começa sempre com uma pequena faísca.

Manoel João

quinta-feira, 28 de abril de 2011

MUSICOTERAPIA:


  A musicoterapia é uma forma de terapia que promove mudanças numa pessoa, tanto de ordem física quanto de ordem emocional, mental e cognitiva. Possibilita melhor qualidade de vida do indivíduo, ajuda a diminuir o stress, a ansiedade, proporciona melhora na auto-estima, estimula a memória, pode-se trabalhar a coordenação motora, aliviar tensões.
  Segundo a definição oficial da Federação Mundial de Musicoterapia: “Musicoterapia é a utilização da música e/ou seus elementos (som, ritmo, melodia e harmonia), por um musicoterapeuta qualificado, com um cliente ou grupo, em um processo destinado a facilitar e promover comunicação, relacionamento, aprendizado, mobilização , expressão, organização e outros objetivos terapêuticos relevantes, a fim de atender às necessidades físicas, mentais, sociais e cognitivas. A Musicoterapia busca desenvolver potenciais e/ou restaurar funções do indivíduo para que ele ou ela alcance uma melhor organização intra e/ou interpessoal e, conseqüentemente, uma melhor qualidade de vida, através da prevenção. Reabilitação ou tratamento.” A música acompanha o homem desde os tempos mais antigos. Há registros em papiros egípcios que datam de 1500 a.C que se referem ao encantamento pela música, na Bíblia há várias citações referindo-se a utilização de instrumentos musicais e muitos outros documentos. No Brasil o tratamento com a musicoterapia ainda não é tão conhecido como na Europa e EUA, onde teve início. Na época das grandes guerras, músicos amadores e profissionais tocavam nos hospitais para soldados feridos de guerra, não demorou muito para que médicos e enfermeiras observassem melhoras destes pacientes. O 1º curso de graduação no Brasil, foi em 1972 no Rio de Janeiro. Hoje existem mais de 127 cursos que vão da graduação ao doutorado. A sistematização dos métodos utilizados só começou, no entanto, após a Segunda Guerra Mundial, com pesquisas realizadas nos Estados Unidos. O primeiro curso universitário de musicoterapia foi criado em 1944 na Michigan State University.

QUE É MUSICA?

  A música do grego μουσική τέχνη: Musiké Téchne. A Arte Das Musas. É uma forma de arte que constitui-se basicamente em combinar uma sucessão de sons e silêncio agradável, ritmada e organizada ao longo do tempo. É considerada por diversos autores como uma prática cultural e humana. Atualmente não se conhece nenhuma civilização ou agrupamento que não possua manifestações musicais próprias. Embora nem sempre seja feita com esse objetivo, a música pode ser considerada como uma forma de arte, considerada por muitos como sua principal função. A criação, a performance, a significancia e até mesmo a definição de música variam de acordo com a cultura e o contexto social. A música vai desde composições fortemente organizadas (e sua recriação na performance), música improvisada até formas aleatórias. A musica pode ser dividida em gêneros e subgeneros, contudo as linhas divisórias e as relações entre generos musicais são muitas vezes sutis, algumas vezes abertas à interpretação individual e normalmente controversas. Dentro de um contexto artistico, a música pode ser classificada como uma arte de representação, uma arte sublime, uma arte de espetáculo. Em muitas culturas, a música está extremamente ligada a vida. A música expandiu-se ao longo dos anos, e atualmente é utilizada de diversas maneiras,não só como arte, mas também como aspecto militar, educacional, religioso ou terapêutico (musicoterapia). Além disso, tem presença central em diversas atividades coletivas, como comiçios, rituais religiosos, festas e funerais. Há evidências de que a música é conhecida e praticada desde a pré-história. Provavelmente a observação dos sons da natureza tenha despertado no homem através do sentido auditivo, a necessidade ou vontade de uma atividade que se baseasse na organização de sons. Embora nenhum critério científico permita estabelecer seu desenvolvimento de forma precisa, a história da música confunde-se, com a própria história do desenvolvimento da inteligência e da cultura humana. Definir a música não é tarefa fácil porque apesar de ser intuitivamente conhecida por qualquer pessoa, é difícil encontrar um conceito que abarque todos os significados dessa prática. Mais do que qualquer outra manifestação humana, a música contém e manipula o som e o organiza no tempo. Talvez por essa razão ela esteja sempre fugindo a qualquer definição, pois ao buscá-la, a música já se modificou, já evoluiu. E esse jogo do tempo é simultaneamente físico e emocional. Como "arte do efêmero", a música não pode ser completamente conhecida e por isso é tão difícil enquadrá-la em um conceito simples. Um dos poucos consensos é que ela consiste em uma combinação de sons e de silencio, numa sequência simultânea ou em sequências sucessivas e simultâneas que se desenvolvem ao longo do tempo. Neste sentido, engloba toda combinação de elementos sonoros destinados a serem percebidos pela audição. Isso inclui variações nas características do som (altura, duração, intensidade e timbre) que podem ocorrer sequencialmente (ritmo e melodia) ou simultaneamente (harmonia). Ritmo, melodia e harmonia são entendidos aqui apenas em seu sentido de organização temporal, pois a música pode conter propositalmente harmonias ruidosas (que contém ruídos ou sons externos ao tradicional) e arritmias (ausência de ritmo formal ou desvios ritmicos). E é nesse ponto que o consenso deixa de existir. As perguntas que decorrem desta simples constatação encontram diferentes respostas, se encaradas do ponto de vista do criador (compositor), do executante (músico), do historiador, do filósofo, do antropólogo, do linguista ou do amador. E as perguntas são muitas:

•Toda combinação de sons e silêncios é música?

• Música é arte? Ou de outra forma, a música é sempre arte?

• A música existe antes de ser ouvida?

• O que faz com que a música seja música é algum aspecto objetivo ou ela é uma construção da consciência e da percepção?

ABORDAGEM NATURALISTA

  De acordo com esta abordagem, a música existe antes de ser ouvida; ela pode mesmo ter uma existência autonoma na natureza e pela natureza. Os adeptos desse conceito afirmam que, em si mesma, a música não constitui arte, mas criá-la e expressá-la sim. Enquanto ouvir música possa ser um lazer e aprender e entende-la seja fruto da disciplina, a música em si é um fenomeno natural e universal. A teoria da ressonancia natural vai neste sentido, pois ao afirmar a natureza matemática das relações harmonicas e
sua influencia na percepção auditiva da consonancia e dissonancia, ela estabelece a preponderancia do natural sobre a prática formal. Consideram ainda que, por ser um fenomeno natural e intuitivo, os seres humanos podem executar e ouvir a música virtualmente em suas mentes sem mesmo aprende-la ou compreende-la. Compor, improvisar e executar são formas de arte que utilizam o fenomeno música. Sob esse ponto de vista, não há a necessidade de comunicação ou mesmo da percepção para que haja música. Ela decorre de interações físicas e prescinde do humano.
Abordagem funcional, artistica e espiritual
Para este grupo, a música não pode funcionar a não ser que seja percebida. Não há, portanto, música se não houver uma obra musical que estabelece um diálogo entre o compositor e o ouvinte. Este diálogo funciona por intermédio de um gesto musical formante (dado pela notação) ou formalizado (por meio da interpretação). Neste grupo há quem defina música como sendo "a arte de manifestar os afétos da alma, através do som" Esta expressão informa as seguintes características:

1) música é arte: manifestação estética mas com especial intenção a uma mensagem emocional.

2) música é manifestação: isto é, meio de comunicação. Uma das formas de linguagem a ser considerada. Uma forma de transmitir e recepcionar uma certa mensagem entre indivíduos considerados, ou entre a emoção e os sentidos do próprio indivíduo que entona uma música.

3) utiliza-se do som: é a idéia de que o som ainda que sem o silêncio pode produzir música, o silêncio individualmente considerado não produz música.

  Para os adeptos dessa abordagem, a música só existe como manifestação humana. É atividade artística por excelência e possibilita ao compositor ou executante compartilhar suas emoções e sentimentos. Sob essa óptica, a música não pode ser um fenômeno natural, pois decorre de um desejo humano de modificar o mundo, de torná-lo diferente do estado natural. Em cada ponta dessa cadeia, há o homem. A música é sempre concebida e recebida por um ser humano. Neste caso, a definição da música, como em todas as artes, passa também pela definição de uma certa forma de comunicação entre os homens. Como não pode haver diálogo ou comunicação sem troca de signos, para essa vertente a música é um fenômeno semiótico (do grego semeiotiké: A Arte Dos Sinais")

O MUSICOTERAPEUTA

  O musicoterapeuta oferece experiências sonoras, que estimulam os canais de percepção, capaz de despertar emoções, favorecendo a expressão de sentimentos e pensamentos. Cada um de nós tem uma identidade sonora, uma preferência musical. Sons que agradam a um nem sempre agradam ao outro, na musicoterapia trabalha-se não só com estas preferências, mas também com o silêncio, a pausa, que também têm sua importância para a terapia, uma vez que o silêncio é uma forma de linguagem tanto quanto a palavra.
Para o musicoterapeuta o paciente não precisa conhecer música, espera-se somente que ele se expresse e aprenda a se conhecer melhor. Não existe certo ou errado. Em nenhum momento se pensa na estética do material apresentado. O musicoterapeuta é um profissional que deve ter conhecimentos médicos, psicológicos, pedagógicos e musicais, mas não é um médico, nem um psicólogo, nem um músico, muito embora ele possa ter ou vir a ter estas ou qualquer outra formação acadêmica se assim o desejar, mas o musicoterapeuta tem uma formação específica, devendo ser antes de tudo um terapeuta, com grande conhecimento teórico e prático da utilização do complexo mundo sonoro, musical e do movimento.
Ele não deve ter o pré-juízo musical estético que tem o músico formado, pois isso o impedirá de aceitar com inteira liberdade os ritmos "não-estéticos" de um determinado paciente ou o "desafinado" de outro, etc.
Ele não deve ter o pré-juízo interpretativo do psicólogo, que se formou numa concepção de verbalização dos fenômenos inconscientes, com uma tendência à interpretação verbal e superintelectualização dos mecanismos psíquicos, pois isso dificultará lidar dentro da concepção do pensamento não verbal.
Ele não deve ser um médico porque este tem que indicar a aplicação deste auxiliar da Medicina e avaliar seus resultados no contexto geral do processo recuperatório do paciente.

As principais áreas de atuação dentro da Musicoterapia são:

Clínica: pesquisar e aplicar técnicas sonoras, instrumentais e musicais para reabilitar pessoas com distúrbios físicos, sensoriais, mentais e emocionais.

Educacional:prevenir e tratar distúrbios de aprendizagem e dificuldades na leitura e escrita, com a utilização de métodos musicais.

Social:desenvolver atividades com crianças, idosos e gestantes em hospitais, centros de saúde, creches, casas de repouso e asilos; participar de programas de assistência a menores abandonados, infratores ou envolvidos com drogas ou alcool.

Pesquisa:trabalhar em pesquisas que comprovem estatisticamente a eficácia da musicoterapia; criar novos métodos terapêuticos musicais para auxiliar nos diversos tratamentos físicos e psíquicos.

MUSICAS USADAS

  A intervenção terapêutica pode vir associada à outras técnicas como relaxamento progressivo, treinamento autógeno, reiki, yoga,acupuntura, e demais práticas convencionais ou complementares. Apesar de haver um sub-entendido consenso sobre os benefícios da música clássica ou a música psicodélica eletrônica de sons contínuos ou no caso de acupuntura e yoga indiana associada à meditação assim como a música da China é sabido que o efeito da música sobre o paciente depende de sua história de convivência com os diversos estilos musicais por um processo de condicionamento estético e/ou vivência por ventura associadas. Por outro lado os musicoterapeutas na sua formação estudam os efeitos hipnóticos dos ritmos repetidos a associação de rítmos ao transe e êxtase místico e/ou o seu efeito sobre as emoções humanas, relativamente bem conhecidos como por exemplo por produtores da música de filmes (suspense, ação, sensualidade, etc) e peças teatrais incluindo a ópera. Recentemente uma das maiores aplicações dé sucesso reconhecido da musicoterapia tem sido o tratamento da dor crõnica e stresse pós traumático.

obs: todos os dados contidos neste texto referm-se a musica ocidental composta de 7 notas musicais. Musicas orientais e tribais possuem notas e sons que não são conhecidos na cultura ocidental.

A TERAPIA

  A terapia pode ser em grupo ou individual e quase todas as pessoas podem ser tratadas com a musicoterapia. Também pode ser aplicada nas escolas, nas empresas, hospitais ou instituições e não há restrição de idade, podem se beneficiar desde bebês até pessoas bem idosas.
Desenvolve um processo orientado por um musicoterapeuta qualificado, que oferece ao paciente (ou cliente), experiências sonoros-musicais, que facilitam a organização verbal, uma vez que a linguagem da expressão das artes em geral antecede a linguagem da comunicação verbal, possibilitando o equilíbrio emocional e corporal.
Pode-se trabalhar com a Musicoterapia Receptiva ou Expressiva.

Musicoterapia Receptiva (escuta musical e sonora): utiliza-se música ou sons selecionados de acordo com a necessidade do tratamento, para estimular os sentidos do paciente e obter respostas.


Musicoterapia Expressiva: usa-se o fazer som, não importa se é música ou ruído. As propriedades dos instrumentos, como som, cor, textura, tamanho, também podem ser exploradas, para estimular a expressão, o cognitivo e a memória.

O tratamento com a Musicoterapia favorece a construção de uma imagem positiva de si mesmo e dos outros, estimulando sua expressão (verbal, escrita, corporal, plástica, musical).

MUSICOTERAPIA EMPRESARIAL

  A musicoterapia empresarial é uma prática pioneira, inovadora e aponta uma nova tendência nas organizações que integra de forma geral empresa e música. Promove principalmente comunicação e saúde integral. "É a aplicação da música para produzir uma condição de bem-estar no indivíduo".

A musicoterapia enfatiza a escuta nas organizações, a cultura musical, a arte e a saúde no trabalho. Tem o foco tanto na escuta externa do ambiente de trabalho quanto na escuta interna, visando favorecer a comunicação intra e interpessoal, a promoção da saúde integral enquanto potencial máximo de produtividade.

A comunicação envolve as relações consigo e com o outro e se dá também através de elementos não verbais, que implicam nas informações trazidas pelo corpo, pelos gestos, pela voz, pelos sentidos, pela cultura, etc; e na comunicação verbal, que é a linguagem falada. Tecnicamente estimular a escuta, os movimentos e os sentidos favorecem a comunicação verbal e a não verbal, que por sua vez traz a excelência nos atendimentos aos clientes, desenvolvimento de vendas, habilidades gerenciais, liderança e qualidade.

A atuação do musicoterapeuta no ambiente de trabalho se dá através da musicoterapia ativa ou receptiva.

  A musicoterapia receptiva (escuta musical e sonora) é utilizada com diversas estratégias, tais como: música ambiente, previamente selecionada e comandos sonoros e musicais visando direcionar a escuta para aspectos relevantes da música (timbre, intensidades, ritmo, alturas melódicas, etc), com isso estimular aspectos cognitivos como concentração, atenção e memória além de promover o relaxamento e a redução das tensões. E ainda o musicoterapeuta atua diretamente em grupos utilizando o silêncio, a percepção de sonoridades, musicalidades e a expressão vocal-sonora-musical e corporal, ampliando as funções do ouvir e do escutar no trabalho, fazendo paralelos dessas experiências com situações no trabalho.

  A musicoterapia ativa representa o fazer musical que proporciona um alívio das tensões conscientes e inconscientes através da eliminação dos conteúdos internos, experimentando possibilidades de se relacionar consigo mesmo, com o trabalho e com o outro. A música promove a liberação de substâncias químicas que trazem sensações de prazer, aumentando assim a imunidade, a saúde física e a sensação de prazer, além de trazer espontaneidade, integração, desinibição e um melhor relacionamento com cliente, melhorando a produtividade e a motivação em equipes, assim como nos treinamentos de liderança, pois relaciona os instrumentos líderes nas dinâmicas musicoterápicas.

A musicoterapia empresarial está relacionada com três principais fatores: ciência, arte e relação.

  Enquanto ciência visa intervenções objetivas e resultados práticos como a música ambiente e a performance realizada com os devidos critérios do musicoterapeuta, que incluem reconhecimento da empresa, avaliação e auto-avaliação, consultas, diagnóstico, intervenções, monitoramentos e treinamentos. Busca resultados que favoreçam a auto-reflexão e a liderança participativa, o aumento do rendimento, a redução do stress e do absenteísmo; visa incentivar a auto-estima e integração e,conseqüentemente, desenvolve novas habilidades e estratégias no trabalho. Enquanto arte no trabalho promove um senso estético e sensível, traz bem-estar e criatividade para lidar com situações do cotidiano com mais eficiência e habilidade. Utiliza elementos da música como timbres, ritmo interno e externo, melodias e alturas, harmonia, instrumentos musicais, voz e movimentos corporais. Traz elementos de percepção auditiva e musical como base para os treinamentos e para a administração melhor do tempo.
  Nas relações traz elementos integradores da música como a cultura musical, a comunicação verbal e não-verbal. Já que a música é uma linguagem universal tem as bases integradoras entre colaboradores, fornecedores e clientes, maximizando resultados e o desenvolvimento humano.
  A prática da musicoterapia empresarial tem como finalidade um melhor rendimento e a produtividade, o bem-estar e a saúde integral, além do desenvolvimento humano trazendo uma iniciativa de humanização e responsabilidade social no trabalho, podendo ser realizada através de:

•Palestras e Práticas Vivenciadas,

•Música Ambiente ou estímulos sonoros e musicais durante o trabalho,

•Performance ou Musicoterapia Laboral: grupos de música e movimento voltado à sensibilização e conscientização,

•Instalações: Espaços Ambientados de silêncio, sons, música e instrumentos musicais,

•Eventos Musicais Temáticos,

•Ponto de Escuta na Empresa: o musicoterapeuta escuta as queixas e media conflitos através dos sons e da música (pessoalmente ou intranet),

•Programas específicos e temáticos para liderança, motivação, aposentadoria, reengenharia e processos de mudança, trazendo adaptabilidade e flexibilidade, favorecendo o clima organizacional,

•Musicoterapia Clínica: grupos de prevenção e tratamento de doenças ocupacionais e afastamentos: depressão, pânico, dependência química, ler-dort, disfonias,

  O foco principal dos treinamentos e intervenções de musicoterapia empresarial é a comunicação e a saúde e sempre devem ser realizados por um musicoterapeuta formado e habilitado, que pensa nas relações entre música, ser humano e empresa.


MUSICA E GESTAÇÃO

  A gravidez é um momento muito especial na vida da mulher ou do casal, tenha sido ela programada e desejada, ou não. É acompanhada por grandes mudanças físicas, hormonais, emocionais e relacionais que merecem atenção diferenciada. Geralmente uma gravidez traz entusiasmo, boas expectativas, amor e alegria. Em certas situações, a gravidez pode também gerar insegurança, ansiedade, medo, tristeza, depressão ou rejeição. Em ambas as situações, para a manutenção da boa qualidade de vida da gestante, do bom desenvolvimento do bebê e da harmonia do casal, é importantíssimo que desde o início da gestação haja uma boa comunicação e bom vínculo entre a criança e os pais. Durante a gestação, paralelamente ao desenvolvimento físico, sabe-se que a estrutura psíquica do bebê está em constante desenvolvimento. Ainda no período intra-uterino o bebê pode perceber todos os sons internos do corpo da mãe, todos os sons do ambiente onde a mãe vive e convive e é capaz de perceber todas as sensações, desejos e emoções que a mãe sente. Tais percepções estão intimamente ligadas ao início da formação da identidade e personalidade do bebê. Na musicoterapia, através de sons, músicas e movimentos corporais, a mãe (e pai, quando for o caso) estabelecem um contato mais íntimo com o bebê passando a relacionar-se intensamente com ele ainda durante a gestação, fortalecendo vínculos afetivos e a comunicação com a criança, visando gravidez, parto e pós-parto mais tranqüilos e saudáveis. Segundo Maria Galicchio, membro da Federação Mundial de Musicoterapia, a música, através dos seus elementos, gera energia criativa e ao utilizar a música durante a gestação, a mãe passa ao feto, sons com informações ricas em conteúdo emocional. Isto contribui para o bem-estar do bebé e para o seu desenvolvimento físico e mental. A audição é o primeiro sentido a despertar. O feto entra em contacto com os ruídos da parede intestinal da mãe, do líquido amniótico e dos batimentos cardíacos e os sons externos começam a ser ouvidos a partir da 16ª semana. A partir da 20ª semana começa a reagir aos sons e na 25ª semana já reconhece as diferenças entre eles. O objetivo da musicoterapia, durante a gestação, consiste, antes de mais, em favorecer o relaxamento, mas também, em estimular as percepções auditivas do feto. As sensações começam, geralmente, no 6º mês de gestação, no entanto a terapia pode iniciar-se muito antes.

BENEFICIOS PARA A MÃE E O FETO

  O musicoterapeuta ensina às gestantes como usar a música para relaxar e para trazer à lembrança imagens visuais. A música pode ser um meio de mudar a percepção que uma mulher tem da dor durante o trabalho de parto e do próprio parto, eliminando ou reduzindo, assim, a quantidade de anestesia usada durante o processo. O terapeuta musical pode frequentemente acompanhar a gestante durante o trabalho de parto caso haja interesse pr parte da futura mamãe. Estudos realizados na França, demonstram que o uso da música na gestação e trabalho de parto possibilita uma relação mais positiva da gestante com sua imagem corporal, uma melhor aceitação e vivência da gestação, um contacto mais intenso com o feto e um parto um pouco mais tranquilo. Durante a gravidez a musica desempenha um papel muito importante no desenvolvimento do feto e do equilíbrio no binómio mãe/filho.


BENEFÍCIOS PÓS PARTO

• Bebes estimulados com música no período pré-natal, mamam ao ritmo da música, tem uma amamentação mais completa desfrutando plenamente do ato, mamam por mais tempo e obtém uma melhor digestão favorecida pelo ritmo e vibração da música.

• Pesquisas revelam que o desenvolvimento da inteligência é bem maior nas crianças cujas mães cantavam enquanto eles ainda estavam no útero. E esse resultado pode ser ainda mais benéfico se a mãe der continuidade ao estímulo musical no lactente.

• ″ Quando cantamos canções de embalar os nossos filhos, estamos a educá-los e a comunicar-lhes o nosso amor .″

• ″ O som da voz da mãe é para a criança como o leite, que preenche, alimenta e aconchega ″.

• Devido aos benefícios da atenção humanizada ao recém-nascido de baixo peso, o método ″mãe canguru″, e da música para a grávidas e bebês, nota-se que a união dessas técnicas, musicoterapia e método ″mãe canguru″ só têm a acrescentar a favor da mãe e de seu filho, visando a rápida recuperação de ambos, o fortalecimento do vínculo, a diminuição da ansiedade, da depressão materna e do stress hospitalar.

GLANDULA PINEAL



  A epífise neural ou glândula pineal ou simplesmente pineal é uma pequena glândula endócrina localizada perto do centro do cérebro, entre os dois hemisférios. Apesar das funções desta glândula ser muito discutida, parece não haver dúvidas quanto ao importante papel que ela exerce na regulação dos chamados ciclos circadianos, que são os ciclos vitais (principalmente o sono) e no controle das atividades sexuais e de reprodução. Em torno do 4º e 5º mês de vida intra-uterina a glândula Pineal já apresenta células e tecido de sustentação, alcançando 2 mm de diâmetro. Na pineal é que as expansões energéticas do psicosoma prendem-se mais profundamente, sendo por isto chamada de "a glândula da vida espiritual". Não existem duas pessoas com uma Pineal igual à outra, como nas impressões digitais. À medida que o desenvolvimento da Pineal se processa, cada vez mais se acentua a união com as energias vibracionais que impulsionam todo o desenvolvimento fetal modelado pela matriz bioenergética. As modificações que ocorrem na glândula pineal são observáveis até os dois anos de idade. Daí até 6 ou 7 anos, as transformações são muito lentas. A pineal está localizada no meio do cérebro, na altura dos olhos. Ela é um órgão cronobiológico, um relógio interno. Como ela faz isso? Captando as radiações do sol e da lua. A pineal obedece a estímulos externos e internos. Por exemplo, o Sol é um estímulo externo que regem as noções de tempo e que influencia a pineal, regendo o ciclo de sono e de vigília, quando esta glândula secreta o hormônio Melatonina. Isso dá ao organismo a referência de horário. Os estímulos internos são os genes, trazendo o perfil de ritmo regular de cada pessoa. Também produz naturalmente traços da substancia química Dimetiltriptamina (ou DMT), que é alucinógeno (encontrado no chá Ayahuasca ou Daime). Para termos um sono reparador é necessário que a Melatonina seja secretada adequadamente pela pineal e supõe-se ainda que outras funções sejam exercidas por este hormônio, tais como a de regulação térmica do organismo e alterações do comportamento sexual. A produção da Melatonina esta diretamente ligada à presença da luz. Quando a luz incide na retina o nervo óptico e as demais conexões neuronais levam até a glândula pineal essas informações inibindo a produção do hormônio. A maior produção da Melatonina ocorre à noite, entre 02h00min e 03h00min horas da manhã, num ritmo de vida normal, e esta produção aumentada produz sono. A glândula pineal é uma estrutura cinza-avermelhada do tamanho aproximado de uma ervilha (8 mm em humanos), facilmente visível em radiografias simples de crânio devido a um tipo de calcificação existente nela. Na verdade, alguns pesquisadores defendem a tese de que a pineal não se calcifica; ela forma cristais de apatita, independente da pessoa. Estes cristais têm a ver com o perfil da função da glândula. Uma criança pode ter estes cristais na pineal em grande quantidade enquanto um adulto pode não ter nada. Percebemos, pelas pesquisas, que quando um adulto tem muito destes cristais na pineal, ele tem mais facilidade de seqüestrar campos eletromagnéticos, essas vibrações eletromagnéticas chegam num cristal e ele é repelido e rebatido pelos outros cristais, e este indivíduo então apresentaria mais facilidade nos fenômeno mediunicos. Ele incorpora o campo com as informações do universo mental de outrem. Observamos também que quando o paciente tem muita facilidade de desdobramento, ele não apresenta estes cristais.
Os cristais de apatita (um dos poucos minerais produzidos por sistemas biológicos) vibram conforme as ondas eletromagnéticas que captam, o que explicaria a regulação do ciclo menstrual conforme as fases da lua, ou a orientação de uma andorinha em suas migrações. No ser humano, torna-se capaz de interagir com outras áreas do cérebro como o córtex cerebral, por exemplo, que é capaz de decodificar essas informações. Já nos outros animais, essa interação seria menos desenvolvida. Esta teoria pretende explicar fenômenos paranormais como a clarividência, a telepatia e a mediunidade. Todos os animais têm essa glândula; ela os orienta nos processos migratórios, por exemplo, pois ela sintoniza com este tipo de campo magnético. Nos animais, a glândula pineal tem fotorreceptores iguais aos presentes na retina dos olhos, porque a origem biológica da pineal é a mesma dos olhos, como se fosse um ″terceiro olho″ literalmente. Segundo pesquisadores e parapsicólogos, fenômenos paranormais dão-se através de emissões eletromagnéticas. Essas emissões são captadas pela pineal que depois é convertido, em estímulos eletroneuroquímicos; e apesar dessa alegação de que a pineal seria uma "antena" por onde a alma transmitiria os pensamentos para o cérebro, a extração completa da glândula por cirurgia, realizada em casos de tumores benignos ou malignos, não leva a morte ou qualquer alteração na capacidade de pensamento. Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, pesquisador do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade de São Paulo, em seu estudo sobre a pineal, chegou à seguinte conclusão: "A pineal é um sensor capaz de ″ver″ o mundo espiritual” É uma glândula, portanto, que vive o dualismo espírito/matéria. O cérebro capta o magnetismo externo através da glândula pineal. Outro cientista, Levdig, expressou-se de forma semelhante ao dizer que a glândula Pineal seria o órgão responsável pelo "sexto sentido″. Com a forma de pinha (ou de grão), é considerada por estas correntes religioso/filosóficas como um terceiro olho devido à sua semelhança estrutural com o órgão visual. Localizada no centro geográfico do cérebro, seria um órgão atrofiado em mutação com relação em nossos ancestrais.

MANTRAS
 
  A glândula pineal está localizada em uma área cheia de líquido. Talvez o som desses mantras faça vibrar o líquido, provocando alguma reação na glândula. Os cristais também recebem influências de vibração. Vibrando o liquido, vibra a glândula, alterando o metabolismo. Teria lógica!

ANIMAIS

  A pineal não explica integralmente o fenômeno paranormal, como simplesmente os olhos não explicam a visão. Você pode ter os olhos perfeitos, mas não ter a área cerebral que interprete aquela imagem. É como um computador: você pode ter todos os programas em ordem, mas se a tela não funciona você não vê nada. A pineal, no que diz respeito à paranormalidade, capta o campo eletromagnético, impregnado de informações, como se fosse um telefone celular. Mas tudo isso tem que ser interpretado em áreas cerebrais, como por exemplo, o córtex frontal. Um papagaio tem a pineal, mas não vai receber um espírito, porque ele não tem uma área no cérebro que lhe permita fazer um julgamento. A paranormalidade está ligada a uma questão de senso-percepção. Então, a ela não basta à existência da glândula pineal, mas sim, todo o cone que vai até o córtex frontal, que é onde você faz a crítica daquilo que absorve. A mediunidade é uma função de senso (captar)-percepção (faz a crítica do que está acontecendo). Então, a paranormalidade é uma função humana. Algumas correntes defendem que o chakra frontal origina-se a partir da glândula pineal. Outras defendem que na maioria dos indivíduos o vórtice dos Chakras Coronário e Frontal convergem para a glândula pituitária, mas em alguns casos o Coronário se inclina até a pineal. Confusão estabelecida, a maioria da bibliografia consultada encontrou o seguinte: A relação dos chakras com glândulas é, segundo conhecimentos mais recentes de médicos e cientistas espiritualistas de alto discernimento, uma relação simbólica, por equivalência de funcionalidade. E ainda assim indireta, uma vez que os chakras se ligariam aos plexos, e estes sim às glândulas endócrinas. Então, parece ser uma questão metafísica, vibracional e energética, e não somente física. Seja como for, pra explicar de uma forma didática e prática, o chakra frontal atua sobre a glândula hipófise (pituitária, embaixo), enquanto o Coronário atua sobre a glândula epifise (pineal, em cima).O Chakra coronário é a sede da perfeição maior no homem. Nele vivemos e buscamos o sentido da divindade. Quando o coronário começa a se abrir, experimenta-se cada vez mais momentos em que a separação entre o ser interior e a vida exterior é anulada. Sua consciência fica totalmente quieta e plena. Com o crescente desdobramento do coronário, esses momentos ocorrem com maior freqüência e se tornam cada vez mais claros, até se transformarem numa realidade permanente, não havendo então nenhum retrocesso na evolução. Quando não se abre para as realidades transcedentais, mantendo esse chakra menos desenvolvido, poderão aparecer sentimentos de insegurança e de desorientação, talvez uma certa insensatez na vida e provavelmente surja o medo da morte, impelindo criar mecanismos de fuga através de novas atividades, ou se impondo mais responsabilidades.

INFLUENCIA DA MUSICA NO CORPO

  Desde a idade média a palavra era mais importante que a melodia. Foi na Grécia antiga que se descobriu a influência da música no corpo humano. Aristóteles falava do verdadeiro valor médico da música e Platão receitava música para a cura das angústias. Ele afirmava "a música é o remédio da alma". Virtudes ″mágicas″ da música eram transmitidas pelos instrumentos. Sons produzem efeitos terapêuticos. A música é muito mais que um simples conjunto de sons que compõe uma melodia. Ela penetra nossa pele, provoca arrepios de prazer ou nos faz mergulhar em doces lembranças.
Os efeitos benéficos à saúde física e mental da música foram descobertos mais de 30.000 anos atrás. O reconhecimento de que a música poderia provocar comportamentos e emoções, levou ao uso da música para a prevenção e cura de enfermidades físicas e mentais. O estudo da estrutura e do funcionamento do cérebro evoluiu muito nos últimos anos. Torna-se cada vez mais possível identificar as partes específicas do cérebro usadas para diferentes aspectos do pensamento e da emoção. Cada região cerebral contribui de forma específica para o funcionamento do sistema funcional como um todo. Existem regiões no cérebro humano compostas por células especializadas destinadas a memorizar somente sons com determinados ritmos. Outras são destinadas a memorizar diferentes timbres de som. Existem células que têm a função de armazenar somente a linha melódica de uma música e o conjunto desses grupos celulares, compõe a memória sonora. A área cerebral responsável pelo reconhecimento da música que ouvimos é a região ou córtex temporal do hemisfério direito do cérebro, assim como a execução das melodias e da prosódica musical. Melodia é a sucessão rítmica, ascendente ou descendente de sons, a intervalos diferentes e que encerram o sentido musical. Prosódia é o ajuste das palavras à música e vice-versa, a fim de que a sucessão de sílabas forte e fraca coincida com os tempos fortes e fracos dos compassos. O reconhecimento da música, portanto sua identificação, ou seja, sua percepção constitui uma função cognitiva. Também é função do córtex temporal direito executar a música cantando-a. O córtex temporal do hemisfério esquerdo é indispensável para a composição e escrita da música. No hemisfério esquerdo estão os centros da linguagem, que nos possibilitam a compreender a música.


EFEITO MOZART

WOLFGANG AMADEUS MOZART, compositor austríaco, nasceu em 27 de janeiro de 1756 em Salsburgo e falece em 6 de dezembro de 1791 em Viena. Pertenceu ao Classicismo, usando os floreios do Barroco e os rebuscados agudos do Romantismo. Sua obra revela a liberdade do pensamento humano. O poder único e incomum da música de Mozart provavelmente tem origem em sua vida, especialmente nas circunstâncias que cercaram o seu nascimento. Ele foi concebido num espaço incomum. Sua existência pré-natal foi diariamente imersa em música. Seu pai era um excelente violinista e sua mãe se dedicava ao canto. Descobriu-se que, em especial, os concertos para violino criam um grande efeito curativo sobre o corpo humano, principalmente na parte neurológica. Mozart foi um executante talentoso desde os 4 anos, e suas primeiras composições deram-se aos 6 anos: um Minueto e um Trio. Com 14 anos se apresenta para o imperador da Rússia. Em 35 anos ele compôs 627 obras. O Efeito Mozart é um termo usado para fazer referência aos poderes de transformação da música na saúde, educação e bem-estar. Representa de uma maneira genérica, o uso da música para reduzir o estress, depressão e a ansiedade. Induz ao relaxamento e o sono.Restaura o corpo, melhorando a memória e o estado de alerta. A pesquisa com a música de Mozart começou na França nos idos de 1950, época em que o Dr.Alfred Tomatis iniciou as suas experiências de estimulação auditiva em crianças com problemas de audição e comunicação. Nessa época já havia muitos centros de pesquisas espalhados pelo mundo todo que usavam as músicas de alta freqüência de Mozart, especialmente os concertos para violino e as sinfonias, para ajudar crianças com dislexia, problemas de fala e autismo. A Universidade da Califórnia, Irvine, começou suas experiências nessa área em 1950, relacionando a música do compositor com a inteligência espacial. Em 2001 os ingleses começaram a estudar o efeito das obras nos epiléticos. O Dr.Tomatis descobriu que ela acalmava e melhorava a percepção espacial e permitia que o ouvinte se expressasse com maior clareza, comunicando-se com o coração e a mente. O ritmo, a melodia, a excelência de execução e as altas freqüências da música de Mozart claramente estimulavam e impregnavam as áreas criativas e motivacionais do cérebro. Mas talvez o segredo da sua magnitude seja porque ela soa pura e simples. Mozart não tece uma tapeçaria deslumbrante como o grande gênio matemático de Bach. Não provoca ondas de emoções como o epicamente torturado Beethoven. Sua obra não tem a rígida simplicidade de um Canto Gregoriano. Não acalma o corpo como uma boa música folclórica, nem atira em movimento como um astro de rock. Mozart é ao mesmo tempo, profundamente misterioso e acessível e, acima de tudo, destituído de malícia. Daí a sua aura de Eterna Criança. Sua graça, seu encanto e sua simplicidade nos permitem divisar uma sabedoria mais profunda dentro de nós. A expressão estrutural e emocional ajuda a esclarecer a percepção tempo/espaço. A estrutura do rondó e da sonata-allegro constitui a forma básica na qual o cérebro torna-se familiar com o desenvolvimento das idéias. O ouvido começa a se desenvolver na 16ª semana da gestação. Ele é essencial para o equilíbrio, a linguagem, a expressão e a orientação espacial. Sendo uma antena receptora, vibra em uníssono com a fonte de som, quer esta seja musical ou lingüística. O corpo se contrai quando tenta se proteger de sons irritantes ou desagradáveis e relaxa com sons harmoniosos. Por intermédio da medula, o nervo auditivo se conecta com todos os músculos do corpo, explorando o repertório inerente de padrões de estímulo espaço-temporal do córtex. A música complexa facilita determinados padrões neurais envolvidos em atividades superiores, como a matemática e o xadrez. Em contrapartida, a música simples e repetitiva poderá ter o efeito contrário. Som é o campo vibracional que forma a linguagem, a música e até o silêncio. Quando ele está organizado nós nos comunicamos por palavras, idéias, sentimentos e expressões. Por outro lado, quando ele está desorganizado é criado o barulho. O som chega ao nosso cérebro e ao nosso corpo através da pele, ossos e ouvidos, mesmo que a pessoa esteja em estado de coma. É claro que cada pessoa escuta de uma forma diferente, reagindo de uma maneira diferente ao som e ao barulho. Quando ritmo, melodia e harmonia estão organizados em uma bela forma, mente, corpo, espírito e emoções se harmonizam. Pesquisas comprovam que ouvir certas músicas de Mozart ativa os neurônios e melhora a inteligência. O primeiro indício do que viria a ser chamado “Efeito Mozart” surgiu em 1989, quando o neurobiólogo americano Gordon Shaw simulou a atividade cerebral em um computador. Em vez de imprimir um gráfico dessa simulação, ele decidiu transformá-la em sons. E, para sua surpresa, o ritmo do som cerebral se mostrou muito parecido com a música barroca. “Não é uma música tão bonita quanto à de Mozart, mas seu estilo é bem distinto, fácil de reconhecer”, disse ele. Foi aí que pensou em testar qual seria o efeito das obras do compositor no cérebro do ouvinte. Em outras palavras, será que esse tipo de composição musical de alguma forma amplia a atividade das células nervosas cerebrais? Os resultados foram muito positivos nos testes de Q.I. A partir de então, experiências distintas feitas por colegas de outras universidades chegaram a resultados diferentes. Algumas não produziram nenhum efeito, enquanto outras confirmaram o trabalho de Shaw. Nascia assim a polêmica. O tira-teima veio mais recentemente, quando Shaw e colegas usaram aparelhos de ressonância magnética para mapear as áreas do cérebro que são ativadas pela música: Ressonância Magnética Funcional. Percebeu-se então que, além do córtex auditivo, onde o cérebro processa os sons, a música também ativa partes associadas com a emoção e, com Mozart, o cérebro todo se ″acende″. Apenas Mozart ativa áreas do cérebro envolvidas com a coordenação motora, visão e outros processos mais sofisticados do pensamento. Infelizmente, tal aparelho não explica a razão desse fenômeno. De todo modo, esse trabalho científico provou indubitavelmente que o ensino da música aumenta muito a capacidade mental das crianças. Se elas forem apresentadas a Mozart bem cedo, quando ainda estão desenvolvendo sua rede neural, o resultado positivo pode durar para toda a vida, alegam os especialistas. A composição usada como carro-chefe das pesquisas é a Sonata para dois pianos, em Ré Maior, K. 448. Há grande destaque, também, para os Concertos para violino nº 3 e 4. O Efeito Mozart é a pedra filosofal para o código ou linguagem internas de funções cerebrais superiores. A idéia de que a música tem certas propriedades e poderes que podem aguçar nossa mente e transformar nossa alma é muito antiga. Essa era à base da civilização de Confúcio, de Pitágoras e seus seguidores e do Estado Ideal de Platão. Pitágoras dizia que a música era divina, pois era formada e construída por intervalos musicais que podiam ser definidos por proporções matemáticas. Os pitagóricos acreditavam que os números eram o centro do universo. Como os números não mudam, eles eram de origem divina. Logo, os intervalos musicais eram também divinos, pois representavam a expressão de um número. Platão foi quem colocou a música no patamar mais alto. Em ″A República″, ele desenvolve a teoria da ″doutrina de ethos″. Nessa obra, Platão descreve a idéia de um Estado Ideal e como educar os meninos de maneira a se tornarem líderes. Segundo ele, duas coisas eram necessárias na educação fundamental dessas crianças: ginástica, para treinar o corpo, e música, para moldar o espírito. Somente a música do modo de Dório e Frígio eram permitidas, pois só ela desenvolveria a bravura nas crianças. Apesar do Estado Ideal de Platão nunca ter sido colocado em prática, suas idéias musicais nunca foram esquecidas.

MUSICA E ENVELHECIMENTO

  A música sempre acompanhou o envelhecer da humanidade, dando sentido aos movimentos e épocas, refletindo sentimentos. Por sua capacidade de transcender ao tempo, a música ultrapassa não só séculos e décadas como também permeiam as diferentes culturas e gerações inteiras, demonstrando as diferenças e semelhanças entre elas. Onde quer que haja um povo, uma cultura, ali existirá música. A velhice, como a música, pertence ao tempo. Um tempo que marca o corpo e constrói a memória, seja individual ou coletiva. As músicas de nossas vidas fazem parte dessa construção. Nós fazemos música para nos escutarmos nela. A Musicoterapia na melhor idade se apresenta como uma terapia auto-expressiva de grande atuação nas funções cognitivas, isto é, para a manutenção das capacidades de memória, percepção, atenção, concentração e linguagem. A música atua como intermediadora na relação terapeuta/cliente, visando à melhoria da qualidade de vida, estimulando as ações físicas, sensório-perceptivas, psicológicas e sociais do indivíduo que tem o seu corpo como o primeiro instrumento musical a ser relembrado, conhecido e reconhecido. A utilização da música e seus elementos (som ritmo, melodia e harmonia) pelo musicoterapeuta em um processo estruturado facilita e promove a comunicação, o relacionamento, à aprendizagem, a mobilização, a expressão e a organização (física, emocional, mental, social e cognitiva), desenvolve potenciais e/ou recupera funções do indivíduo de forma que possa alcançar melhor integração social, familiar e conseqüentemente saúde, bem estar e desejo de viver. A musicoterapia não pode ser considerada uma terapia curativa, esta deve ser vista sim, como uma combinação de ações, efetuadas pelo terapeuta, através do uso correto dos sons, instrumentos e movimentos corporais que estimulam as zonas do cérebro correspondentes ao processo de cura. A música influencia a nossa mente e o nosso organismo, mediante a criação de emoções. Qualquer composição musical pode influenciar seja de forma positiva, quer seja de forma negativa, isto é, tanto pode causar depressão, angustia, stress e ansiedade, como pode causar relaxamento, alegria e equilíbrio psicológico.

MUSICA E MAL DE PARKINSON

  A doença de Parkinson, foi descrita pela primeira vez no início do século XIX pelo médico britânico James Parkinson como "paralisia agitante", está entre os problemas neurológicos mais preponderantes hoje em dia. O mal de Parkinson caracteriza-se por apresentar problemas neurodegenerativos comuns na terceira idade, mas não é específico dos idosos: metade dos pacientes adquire a doença antes dos 60 anos. E ela pode se desenvolver antes mesmo dos 40. A doença se caracteriza por transtornos do movimento. Tremor nas mãos, nos braços e em outros locais, rigidez nos membros, lentidão de movimento, equilíbrio e coordenação debilitados estão entre as marcas registradas da doença. Alguns pacientes têm também dificuldade para andar, falar, dormir, urinar e no desempenho sexual. Essas debilidades resultam da morte dos neurônios.
As principais células afetadas são as que produzem o neurotransmissor Dopamina na região chamada substância negra. Elas são componentes essenciais dos gânglios da base, um circuito complexo nas profundezas do cérebro responsável pela sintonia fina e pela coordenação dos movimentos. No princípio, o cérebro é capaz de funcionar normalmente ao perder neurônios dopaminérgicos na substância negra. Mas quando metade ou mais dessas células desaparece, o cérebro não consegue mais compensar sua ausência. No fim o caos prevalece, quando as partes do cérebro envolvidas no controle motor: o tálamo, os gânglios da base e cortex cerebral deixam de funcionar como uma unidade integrada e orquestrada. A musicoterapia bem aplicada pode trazer resultados positivos. Ao iniciarmos a terapia com o cliente, devemos realizar também uma entrevista com os familiares mais próximos e que convivem com ele, com a finalidade de descobrir informações sobre o período inicial da doença. Essa entrevista é de grande valor, pois nos dá informes quanto ao aspecto emocional do cliente e seu comportamento no período anterior a doença, pois estas informações direcionarão o rumo da terapia durante o tratamento. Outro fator importante é dedicar respeito, atenção e carinho pelo cliente, pois estará tratando de um ser humano e na maioria dos casos idoso. Procurar utilizar-se também da cantoterapia, danças circulares e outras atividades cognitivas. Jamais prescindir de acompanhamento médico e fisioterápico. Estar sempre em contato com familiares sobre como auxiliar na terapia e estar atento quanto aos resultados obtidos.

TIPOS DE MUSICA E SUAS FREQUENCIAS


O Canto Gregoriano usa os ritmos da respiração natural para criar uma sensação de amplidão descontraída. É excelente para o estudo e a meditação silenciosa e pode reduzir o estresse.

• A música barroca mais lenta (Bach, Handel, Vivaldi, Corelli) comunica uma sensação de estabilidade, ordem, previsibilidade e segurança e cria um ambiente mentalmente estimulante para o estudo e o trabalho.

• A música clássica (Haydn e Mozart) tem clareza, elegância e transparência. Pode melhorar a concentração, a memória e a percepção espacial.

• A música romântica (Schubert, Schumann, Tchaikovski, Chopin e Liszt) enfatiza expressão e sentimento, com freqüência evocando temas de individualismo, nacionalismo ou misticismo. É mais útil para ampliar simpatia, compaixão e amor.

• A música impressionista (Debussy, Fauré e Ravel) é baseada em humores e impressões musicais de fluxo livre e evoca imagens de sonho. Um quarto de hora de devaneio musical, seguido por alguns minutos de alongamento, pode liberar seus impulsos criativos e colocá-lo em contato com seu inconsciente.
• Jazz, blues, Dixieland, soul, calipso, reggae e outras formas de música e dança provenientes da expressiva herança africana, podem animar e inspirar, liberar profunda alegria e tristeza, transmitir agudeza e ironia e afirmar nossa humanidade comum.

• Salsa, rumba, merengue, macarena e outras formas de música latina têm um ritmo vivo e uma batida que pode fazer o coração disparar, aumentar a respiração e coloca em movimento o corpo inteiro. O samba, entretanto, tem a rara capacidade de acalmar e despertar ao mesmo tempo.

• As músicas das Big Bands, por exemplo, Glen Miller, Ray Connif, e country podem inspirar movimentação leve à moderada, engajar as emoções e criar uma sensação de bem-estar.

• O rock e o pop de artistas como Elvis Presley, Rolling Stones ou Michael Jackson podem sacudir as paixões, estimular uma movimentação ativa, liberar tensões, mascarar dores e reduzir o efeito de outros sons, altos e desagradáveis, no ambiente. Também podem criar tensão, dissonância, estresse e dor no corpo quando não estamos dispostos a ser entretidos de forma enérgica.

• A música ambiente ou New Age, sem ritmo dominante (por exemplo, a música de Steven Halpern ou Brian Eno), prolonga nossa sensação de espaço e tempo e podem induzir um estado de alerta descontraído.

• Heavy metal, hard, punk, rap, hip hop e grunge podem estimular o sistema nervoso, levando a um comportamento dinâmico e à auto-expressão. Também podem sinalizar a outras pessoas (em especial adultos que vivem na mesma casa que seus adolescentes musicalmente invasivos), a profundidade e a intensidade do tumulto interior da geração mais jovem e sua necessidade de liberação.

• Músicas religiosas e sacras, tambores xamânicos, hinos de igreja, música gospel e spirituals, podem nos levar a sentimentos de profunda paz e consciência espiritual. Elas também podem ser notavelmente úteis para nos ajudar a transcender e aliviar nossa dor.

SENDO ASSIM...

  Estamos imersos em um universo repleto de sentimentos promovidos por atitudes construtivas, densas, otimistas e pessimistas, espiritualistas e materialistas. Essa atitude comportamental é o grande construtor, ou veneno e maior obstáculo para crescimento dos seres em geral. As emoções que criamos geram ondas de freqüência como se fossem descargas constantes. Essa por sua vez vai acumulando, dissipando-se como se fossem grandes massas de ar na atmosfera. A grande diferença é que esse tipo de concentração é muito sutil, ou seja, inicialmente sem forma física condensada. O que isso sugere é que estamos o tempo todo sendo banhados pelo acúmulo das freqüências que nós mesmos criamos, pois comparando com a poluição ambiental tão evidente em nosso planeta, pode se dizer é que é a mesma coisa, porém o agente nesse caso é o nosso padrão emocional. Essa massa de vibração criada e acumulada volta para nós mesmos, assim como as queimadas e outras emissões de gases na atmosfera que tem destruído a camada de ozônio tão importante para a vida na terra. Quando essa freqüência volta para quem cria, o ciclo só tende a continuar e aumentar cada vez mais, visto que o padrão frequencial estimula que as pessoas fiquem cada vez mais positivas ou mais negativas. Mais ou menos conscientes da necessidade de transcender a esse padrão repetitivo de sentimentos inferiores e nocivos. Isso explica o fato que algumas cidades são mais desenvolvidas em aspectos humanos e sociais e outras tão calamitosas. Os próprios moradores de uma cidade criam a freqüência específica que vai ditar a harmonia ou a desarmonia naquela região. No Brasil e no mundo todo existem ″Minas″ e ″Torres″ de freqüência. Minas são centros geradores de vibração densa e nociva, graças ao padrão das pessoas e de sua influência energética nociva. Torres são centros transmissores de vibrações positivas, criadas pelas próprias pessoas, e principalmente pela influencia positiva dos elementos da natureza como o clima, a geografia, a vegetação e também pela grande distância em relação às Minas. Estar em ressonância é quando se cria um padrão vibratório parecido com aquele que já existe, ou seja: Se um individuo cria atitudes positivas, estará ele direta ou indiretamente conectado com a mesma freqüência gerada. Fazendo uma analogia com as ondas de rádio, pode-se dizer que cada ser humano está sintonizado a uma determinada estação (a estação é a atitude e o comportamento pessoal que sintoniza). Quando se geram atitudes positivas as músicas que tocam também são positivas, desta maneira ouve-se, canta-se essas músicas. Outro fato importante é que outras pessoas podem estar sintonizadas a essa mesma rádio, criando uma comunhão energética entre todas. E só o fato de gostarem dos mesmos tipos de músicas ou estar conectadas as mesmas freqüências da rádio já cria uma afinidade entre essas pessoas. Essa afinidade gera uma vibração característica que pode ser positiva ou negativa dependendo da qualidade da intenção, dos sentimentos e pensamentos envolvidos. Por isso pode se dizer que os ouvintes dessa mesma sintonia estão em ressonância. Da mesma maneira, quando se criam atitudes nocivas, também se produz uma freqüência negativa, ou seja, de freqüência menos elevada, que vai gerar uma ressonância com outras pessoas de mesma vibração. Entre outras palavras: ″O semelhante procura e atrai o semelhante″. O mais importante disso tudo é que se compreenda o fato de que quando estamos conectados a determinada freqüência, as nossas atitudes são totalmente baseadas e estruturadas no que ″ouvimos″ nessa rádio. Isso quer dizer que se na estação de rádio toca as ″musicas″ de sentimentos e atitudes negativas como raiva, ódio, medo, apego, tristeza, orgulho, etc. O individuo vai produzir atitudes em sua vida nesse mesmo padrão. A importância da compreensão desses conceitos é essencial para que cada um tenha consciência que cada atitude ou ação criada gera uma reação com mesma intensidade e que ressona com quem cria, ou seja, alimenta as atitudes da pessoa e dita sua forma de viver a vida. Quando se está conectado a uma onda de rádio de baixa freqüência, os impactos negativos podem ser verdadeiramente avassaladores a ponto de criar uma desarmonia muito grande, não só em uma pessoa individualmente mais também no todo pelo efeito da ressonância. O lado otimista dessa visão é que se pode usar a mesma lei natural para auxiliar o individuo a crescer e prosperar. Quando evoluímos, ajudamos o mundo a evoluir, e isso é perfeitamente possível visto que as nossas atitudes positivas podem também, em ressonância com outras, criar uma massa de freqüências positivas e gerar uma nova atmosfera de harmonia geral. No mundo que vivemos, rege a lei do livre arbítrio, isso sugere que cada um é senhor de suas escolhas. Porém também recebe de volta tudo aquilo que gerar e enfrenta as conseqüências de suas decisões, sejam elas positivas ou negativas. Ainda explorando um ponto de vista positivo e otimista, o conjunto de situações catastróficas produzidas pelo homem despertou um novo prisma na busca por melhorar-se. Muitas novidades foram surgindo naturalmente para ajudar. Paradigmas espirituais e religiosos foram quebrados, maior liberdade de expressão foi conquistada. Novos conceitos científicos, médicos e psicológicos foram descobertos. Porém um dos maiores ganhos que a humanidade teve foi a ″aparição″ de algumas ferramentas verdadeiramente importantes para elevar o padrão emocional das pessoas, entre elas o poder de uma oração, uma meditação, a busca interior por respostas e caminhos, as terapias complementares, os sistemas de curas naturais, as terapias corporais. O aumento do universalismo também se destaca. É isso o que mais se precisa explorar. Caminhos simples e eficazes para um processo de crescimento pessoal e emocional verdadeiramente mais rápido e consciente, onde escolhas e decisões possam ocorrer livres de influencias de freqüências e ressonâncias menos elevadas que induzam ao erro.

Paz e luz!

4 comentários:

  1. Acredito piamente na música como uma das melhores terapias pela forma que ela se encaixa ao nosso organismo e tem o poder de harmonização tão perfeito que viver sem musica é basicamente impossível.

    Abs

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    1. Concordo integralmente com vc Gilson. Um abraço!

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  2. UMA BELISSÍMA INFORMAÇÃO SOBRE MUSICOTERAPIA AMEI E ESTOU LEVANDO PARA MEU BLOG VOLTAREI OUTRO DIA PARA APRENDER MAIS UM POUCO ABRAÇO MILA

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    1. Muito obrigado pelo comentário e pelo elogio. Pode levar a vontade e retornar sempre que quiser e sera muito bem vinda Emilia. Um grande abraço.

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